A minha omnisciência faculta-me o acesso às mais diversas espécies de mentalidades; aos mais diferenciados tipos de estádios psicológicos; a todo e qualquer reconhecimento de uma possível fraqueza num determinado ser humano, seja este qual for.
Não fosse a existência progressista de uma concepção virtual social, real, e meio mundo estaria hoje mais perto do que é na verdade o conceito de Ser Humano. A interdependência entre estes dois factores, o Humano e o Virtual, é de uma ordem de tal forma, grande, que muitos de nós nem conseguimos ter percepção dela, estando ela mesmo à nossa frente.
Uma vez que estou com a mão na massa, aproveito e fabrico os bolos todos com a farinha do mesmo saco. Falo do Angio, e não só, falo de todos aqueles que, como ele, vivem fantasiados com o seu dia-a-dia, enrrolados num crepe de falsidades e surrealidades.
No mundo fictício, virtual, na Matrix, e não, não é o filme protagonizado por Keanu Reeves, o Angio, e os seus, ou suas, são todos felizes. Todos os dias saem à rua sabendo que irão dar nas vistas pelo seu aspecto ortodoxo inserido numa sociedade ainda gerida por valores conservadoristas. Até aí nada contra, o direito à liberdade é um direito adquirido pelo Homem, e como tal, é de aplicação directa, a qualquer instante, sob qualquer assunto ou tema, ou modo de vida ou filosófico. O dilema principia quando se tira a máquina fotográfica da mochila.
O paradigma da felicidade virtual é saber-se que é apenas isso, virtual, e que jamais conseguirá transponir-se para a realidade. Tirar fotos nunca foi um hobbie para mim, mas para muitos é, fazem-no por lazer, por diversão. Contudo estes fazem-no porque PRECISAM, porque NECESSITAM de dar continuidade à sua IMAGEM DE MARCA para poderem injectar no mundo virtual, mais uma dose de felicidade falsa que será visível na vida real.
Denotei um certo facilitismo conveniente na forma como facilmente ilacçionam sobre os porquês, e a facilidade incongruente de afirmarem algo como se de verdade se tratasse, quando no seu interno culto sabem que estão errados, mas como disse, fazem-no porque NECESSITAM.
A necessidade acresce diariamente, e os níveis de dependência deste ópio vão atingindo valores épicos. O ócio e vaidade trancaram a sete chaves a sensibilidade e utilidade, dar nas vistas está no lugar de ser-se prestável.
Eu ainda vivo na realidade, onde a genuinidade é um dos valores com mais peso, Angio´s e afins, vivem da virtualidade, uma Second Life constante, onde são meras peças de modelismo a que só lhes falta serem vendidas a retalho com manual de instruções incluso.
Adorei. Sem insultos nem perjúrio consegues mandá-los abaixo que nem pinos de bowling a serem varridos pela esfera. Aposto que eles só percebem as linhas em branco.
VIVES NA REALIDADE QUE BOM PARA TI....ENTAO DEVIAS ERA IR TRABALHAR....
O ANGIO VIVE NA VIRTUALIDADE??? DEIXA M RIR...NAO E ELE QUE SE DA AO TRABALHO DE CRIAR GRUPOS APENAS PARA VIR FALAR MAL DE OUTREM...
E JA AGORA VAI PARA A ESQUINA ARRANJAR DINHEIRO PARA UMA CIRURGIA PLATICA...
FIKA BEM
=== Original Message ===
A minha omnisciência faculta-me o acesso às mais diversas espécies de mentalidades; aos mais diferenciados tipos de estádios psicológicos; a todo e qualquer reconhecimento de uma possível fraqueza num determinado ser humano, seja este qual for.
Não fosse a existência progressista de uma concepção virtual social, real, e meio mundo estaria hoje mais perto do que é na verdade o conceito de Ser Humano. A interdependência entre estes dois factores, o Humano e o Virtual, é de uma ordem de tal forma, grande, que muitos de nós nem conseguimos ter percepção dela, estando ela mesmo à nossa frente.
Uma vez que estou com a mão na massa, aproveito e fabrico os bolos todos com a farinha do mesmo saco. Falo do Angio, e não só, falo de todos aqueles que, como ele, vivem fantasiados com o seu dia-a-dia, enrrolados num crepe de falsidades e surrealidades.
No mundo fictício, virtual, na Matrix, e não, não é o filme protagonizado por Keanu Reeves, o Angio, e os seus, ou suas, são todos felizes. Todos os dias saem à rua sabendo que irão dar nas vistas pelo seu aspecto ortodoxo inserido numa sociedade ainda gerida por valores conservadoristas. Até aí nada contra, o direito à liberdade é um direito adquirido pelo Homem, e como tal, é de aplicação directa, a qualquer instante, sob qualquer assunto ou tema, ou modo de vida ou filosófico. O dilema principia quando se tira a máquina fotográfica da mochila.
O paradigma da felicidade virtual é saber-se que é apenas isso, virtual, e que jamais conseguirá transponir-se para a realidade. Tirar fotos nunca foi um hobbie para mim, mas para muitos é, fazem-no por lazer, por diversão. Contudo estes fazem-no porque PRECISAM, porque NECESSITAM de dar continuidade à sua IMAGEM DE MARCA para poderem injectar no mundo virtual, mais uma dose de felicidade falsa que será visível na vida real.
Denotei um certo facilitismo conveniente na forma como facilmente ilacçionam sobre os porquês, e a facilidade incongruente de afirmarem algo como se de verdade se tratasse, quando no seu interno culto sabem que estão errados, mas como disse, fazem-no porque NECESSITAM.
A necessidade acresce diariamente, e os níveis de dependência deste ópio vão atingindo valores épicos. O ócio e vaidade trancaram a sete chaves a sensibilidade e utilidade, dar nas vistas está no lugar de ser-se prestável.
Eu ainda vivo na realidade, onde a genuinidade é um dos valores com mais peso, Angio´s e afins, vivem da virtualidade, uma Second Life constante, onde são meras peças de modelismo a que só lhes falta serem vendidas a retalho com manual de instruções incluso.